sábado, 30 de novembro de 2013

Elvis Presley - Precious Lord, Take My Hand (+lista de reprodução)


Elvis Presley - On A Snowy Christmas Night, (HD)


Nat King Cole - Chestnuts roasting on an open fire


John Lennon - So This is Christmas


Sucesso de Natal com Crazy Frog


Crazy frog natal


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Zeca Afonso - Os Vampiros "Eles Comem Tudo" (Original)


INTEMPORAL E TÃO ATUAL..... É O QUE TEMOS, INFELIZMENTE...



EI-LOS QUE PARTEM - MANUEL FREIRE

Ei-los Que Partem Manuel Freire Ei-los que partem novos e velhos buscando a sorte noutras paragens noutras aragens entre outros povos ei-los que partem velhos e novos Ei-los que partem de olhos molhados coração triste e a saca às costas esperança em riste sonhos dourados ei-los que partem de olhos molhados Virão um dia ricos ou não contando histórias de lá de longe onde o suor se fez em pão virão um dia ou não INFELIZMENTE É O QUE ESTÁ A ACONTECER, DEVIDO AO SISTEMA POLÍTICO QUE TEMOS....QUEM DIRIA!!! PORTUGAL NOVAMENTE COM MUITAS PESSOAS A EMIGRAREM PARA CONSEGUIREM ORGANIZAR A VIDA...

Manuel Freire - "Eles" (um canto de emigração)

MANUEL FREIRE

Frequentou o ensino liceal em Ovar e Aveiro, chegando a estudar Engenharia, em Coimbra e no Porto, sem se licenciar. Entrou no Teatro Experimental do Porto, em 1967, aceitando um convite de Fernando Gusmão, onde faz a sua primeira actuação a sério no domínio da canção. Entretanto estreava-se na música, com um EP que continha "Dedicatória", "Eles", "Livre" e "Pedro Soldado", editado em 1968 pela Tecla. O cantor não escapou à censura, vindo a ser probido o EP com os temas "Lutaremos meu amor", "Trova", "O sangue não dá flor" e "Trova do emigrante" devido a "O sangue não dá flor". É editado um single com os dois primeiros temas. Em 1969 aparece no programa Zip-Zip onde lança Pedra Filosofal, com poema de António Gedeão, que popularizou e cuja interpretação lhe valeu o Prémio da Imprensa desse ano, em conjunto com Fernando Tordo. Foi distinguido também com o Prémio Pozal Domingues. No ano de 1971 foi editado o EP "Dulcineia" e o álbum "Manuel Freire" onde aparecem os temas dos primeiros EP's e onde musicou poemas de António Gedeão, José Gomes Ferreira, Fernando Assis Pacheco, Eduardo Olímpio, Sidónio Muralha e José Saramago. Em 1972 colaborou na banda sonora da longa-metragem de Alfredo Tropa, "Pedro Só". Em 1973 lança o EP com os temas "Abaixo D. Quixote", "Pequenos deuses Caseiros", "Menina Bexigosa" e "ouvindo bethoven". Ainda em 1973 participou no LP "De Viva Voz" de José Jorge Letria, gravado ao vivo também com a participação de José Afonso. A editora Zip-Zip lança em 1974 o LP "Manuel Freire" com os Ep's e singles gravadps para aquela editora. Em 1977 lança um single com os temas "Que Faço Aqui" e "Um Dia" da peça "os emigrantes" de Slawomir Mrozek para o Teatro Experimental do Porto. Recebeu a colaboração de Luís Cília no LP "Devolta" de 1978 editado pela Lamiré. Em 26 de Janeiro de 1979 revelava ao Diário de Lisboa que pretendia fazer um disco infantil. Em 1986, o disco lançado pela CGTP-IN, "100 Anos de Maio", inclui a sua música "Cais das Tormentas". Em 1995 actuou na Festa do Avante numa homenagem a Adriano Correia de Oliveira, onde foi acompanhado pela Brigada Victor Jara. "Lágrima de Preta" foi incluído na compilação "Sons de Todas as Cores", de 1997. Colaborou ainda no disco "Florestas Em Movimento", com Carlos Alberto Moniz, patrocinado pela Direcção Geral das Florestas, e na compilação "Pelo sonho é que fomos". O disco As Canções Possíveis onde canta a poesia de José Saramago, de "Os Poemas Possíveis", foi editado em 1999 pela Editorial Caminho. Em 2003, no seguimento da contestação a Luiz Francisco Rebello, tornou-se presidente da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores, acumulando com as funções de administrador-delegado até 2007. Colaborou com José Jorge Letria e Vitorino num CD para crianças acerca da Revolução dos Cravos, intitulado "Abril, Abrilzinho", que foi editado em 2006.

Manuel Freire -"Livre"*do disco EP "Manuel Freire Canta Manuel Freire" (...

O TEMPO




Mario Quintana: O tempo A vida é o dever que nós trouxem...

O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.


QUE SEJA UMA SEMANA EXCELENTE PARA TODOS!!!!!!!!!!!!!!!!

MAROCHAS

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ROSA MADEIRA- "ESPERAR POR TI É UM FADO"


Rosa Madeira -A Minha Ilha é Só Minha


Grupo Madeirense de Fados de Coimbra



IV Monumental Serenata Académica da Madeira
Os Fatum e os Fado ao Centro estiveram no Colégio dos Jesuítas

BAILINHO DA MADEIRA - LINDA DE SUZA


ORQUESTRA DE BANDOLINS DA MADEIRA (COMEMORAÇÃO DOS 100 ANOS)Nabucco - Giuseppe Verdi (1813-1901)


ORQUESTRA DE BANDOLINS DA MADEIRA


Granada - Carlos Guilherme & Orquestra Bandolins da Madeira


Pomba Branca - Carlos Guilherme & Orquestra de Bandolins da Madeira


Concentração carros antigos Madeira


Exposição de Carros Clássicos. Exhibition of classic cars in Funchal - M...


Madeira - Funchal, ein Spaziergang durch die Stadt


Funchal Promenade


Funchal: "Mercado dos Lavradores"


ILHA da MADEIRA - PORTUGAL (Madeira Island)


Encontros da Eira - MUSICA TRADICIONAL DA MADEIRA


Xarabanda (MADEIRENSES) - Quem Anda na Roda


PAISAGEM ESPETACULAR DO RESTAURANTE, NO CABO GIRÃO, SOBRE O LITORAL SUL

PAISAGEM ESPETACULAR DO RESTAURANTE MIRADOURO, NO CABO GIRÃO,  SOBRE O LITORAL SUL, CÂMARA DE LOBOS, FUNCHAL E SÃO GONÇALO


























RESTAURANTE MIRADOURO, NO CABO GIRÃO







CABO GIRÃO -MADEIRA

CABO GIRÃO- MADEIRA
O Cabo Girão situa-se na Ilha da Madeira, a oeste do Funchal. É um promontório quase vertical com 589 m de altura disponibilizando uma magnífica vista para o mar, para Câmara de Lobos e para o Funchal, razão pela qual é um local muito visitado. É, pelo menos, o sétimo cabo mais alto Europa (atrás de Hornelen com 860 m, do Cabo Enniberg com 750 m, de Crouaghaun com 668 m, de Vixía Herbeira com 621 m, de Preikestolen com 604 m e de Slieve League com 601 m).
Até 2003, ano em que foi ali construído um elevador, os campos situados no fundo da escarpa (as fajãs) eram apenas acessíveis por barco.



PONTA DE SÃO LOURENÇO -CANIÇAL

PONTA DE SÃO LOUTENÇO -CANIÇAL
A Ponta de São Lourenço é a longa (c. 6 km) península que constitui o extremo oriental da ilha da Madeira, a leste da povoação do Caniçal. Termina no ilhéu do Farol.





VILA DO CANIÇAL - MADEIRA

VILA DO CANIÇAL - MADEIRA

Caniçal é uma vila e freguesia portuguesa do concelho do Machico, com 11,46 km² de área e 3 924 habitantes (2011). Densidade: 339,7 hab/km². Localiza-se a uma latitude 32.733 (32°44') norte e a uma longitude 16.733 (16°44') oeste. A principal actividade é a pesca. Tem costa no Oceano Atlântico a norte e sul. Tem montanhas a oeste. Foi elevada à categoria de vila em 1994. Foi aqui que foi criada a Zona Franca Industrial da Madeira.
Em 1561 foi criada a freguesia do Caniçal, com 15 casais. O alvará régio de 12 de Setembro de 1564 fixou em 14.300 réis o vencimento anual do pároco, que foi respectivamente aumentado pelos alvarás de 24 de Novembro de 1572, 10 de Setembro de 1589, 22 de Outubro de 1592 e 31 de Agosto de 1609, ficando então a perceber anualmente a côngrua de 24.000 réis em dinheiro, um moio de trigo e uma pipa de vinho, o que em atenção à população, constituía um ordenado superior ao dos outros vigários, o que se justificava pela pobreza e isolamento do lugar.
Assim, a partir da 2.ª metade do século XVIII, o núcleo populacional da freguesia, de uma forma muito lenta, mas irreversível, deslocou-se para oeste, pelo facto de se ter construído, em 1749, a igreja actual. Numa época de profunda religiosidade, a igreja constituía o polo aglutinador da nova comunidade.
O Marquês de Pombal que governou o país de 1750 a 1776, projectou construir um porto de abrigo na Baía de Abra que comportasse dez naus.
A freguesia do Caniçal, em 26 de Abril de 1931, foi palco do desembarque de soldados de Lisboa que se apoderaram da Rádio Marconi, construída em 1926, que se encontrava na posse dos revoltosos, aquando da célebre Revolução da Madeira e, desmontaram algumas instalações de TSF existentes no local e prenderam alguns soldados, abandonados pelo seu comandante, um tenente, que na emergência de pusera em fuga.
Na madrugada de 30 de Abril novo desembarque no Caniçal de 700 soldados, a guarda avançada da ditadura, comandada por Botelho Moniz que lança uma, bem sucedida, progressão em direcção a Machico.
Em 1942 é instalada a Empresa Baleeira do Arquipélago da Madeira, no sítio da Cancela e, durante muito tempo, constituiu uma importante fonte de sustento para muitas famílias.
Apesar destas melhorias, o Caniçal continuou a ser, até meados do século XIX, uma pequena e pobre freguesia desligada do resto da ilha, vivendo a suas gentes, quase exclusivamente, da pesca. A sua população aumentou muito lentamente. Em 1920 a população era de 657 pessoas e em 1940 era 996.
A abertura do aqueduto Machico-Caniçal, com a extensão de 16 km, permitiu uma nova fase de modificações e prosperidade na terra e vida do Caniçal. Os terrenos adquiridos e arroteados pela Junta Geral transformaram uma zona de esterilidade permanente num pequeno oásis de culturas ricas e pobres, dando colorido à paisagem, vida à terra, trabalho à população.
A construção do túnel, no início dos anos 60, abriu as portas ao secular isolamento a que esteve votada esta freguesia, mantendo, ainda hoje características singulares no contexto da Região Autónoma da Madeira: a endogamia, a prática que privilegia a residência pós-matrimonial fora da casa dos pais "quem casa quer casa", o apego à casa, um enorme sentido de solidariedade e de entreajuda.
Com a conquista da Autonomia, uma aspiração secular dos madeirenses, novos horizontes se rasgaram. Novas estradas se abriram, novos equipamentos foram implementados: a instalação dos CTT, o Museu da Baleia, a criação da Zona Franca Industrial, a construção do novo porto de pesca, o abastecimento regular de água potável com a construção de uma adutora em 1988 que transporta a água das fontes vermelhas de Machico, o crescimento do tecido urbano e da sua população (1991 - 3586 habitantes ; 1995 - mais de 5000 habitantes) projectaram a nossa terra como uma das freguesias mais dinâmicas e progressivas da Região Autónoma da Madeira.
Este crescimento sócio-económico foi acompanhado pelo surgimento de diversas entidades culturais e recreativas que têm contribuído para defender o nosso património cultural e a nossa verdadeira identidade, prestigiando a nossa terra que nos orgulhamos pertencer.
O Clube de Futebol do Caniçal, fundado em 1981, o Grupo de Folclore da Casa do Povo do Caniçal, fundado em 1991, são exemplo vivo da nossa pujança e da nossa firme vontade de vencer os desafios do século XXI.








quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Carlos Mendes - Festa da vida


Cavalo Á Solta - Ary dos santos - Fernando tordo



Pedra Filosofal

Pedra Filosofal

Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

In Movimento Perpétuo, 1956

sábado, 31 de agosto de 2013

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

Tenho Tanto Sentimento

Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"