domingo, 28 de julho de 2013

carmem silva um novo dia nascera.

carmem silva um novo dia nascera.

Carmem Silva - Adeus Solidão

Carmem Silva - Adeus Solidão  

Barbra Streisand - Woman In Love (Video)

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when i need you leo sayer

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Bruce Springsteen - When You Need Me

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IF YOU NEED ME, CALL ME.....

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Musicas Italianas, 10 lindas musicas romanticas. (Completas)

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ADORO MUSICA FRANCESA E ITALIANA, ANTIGA

Aline - Christophe

Capri c'ést fini


sábado, 27 de julho de 2013

SALDOS... TECIDOS PARA TOALHAS DE MESA (COZINHA)

 
SALDOS... TECIDOS PARA TOALHAS DE MESA (COZINHA)
 
Aproveite os saldos, mas sempre com cuidado para não perder a cabeça.
 
 



RUA MANUEL PIMENTA DE AGUIAR

 
 
RUA MANUEL PIMENTA DE AGUIAR
 
 
 
Manuel Caetano Pimenta de Aguiar nasceu nesta cidade a 16 de Maio de 1765 sendo filho de Bartolomeu Luiz Pimenta de Aguiar e de D. Maria Felicia de Carvalho. Seu pai, que era doutor em direito pela Universidade de Coimbra, veio para esta ilha exercer o lugar de curador geral dos orfãos e teve aqui a administração duma casa vinculada.
Em 1778, tendo 13 anos de idade, partiu Pimenta de Aguiar para Lisboa, a fim de se matricular no Colégio dos Nobres, não se sabendo se concluiu ou não ali os seus estudos. Em 1785 dirigiu-se a Paris e durante alguns anos seguiu nesta cidade o curso de artes e ciências, abandonando depois os estudos para se entregar aos azares da guerra, tomando parte nas revoltas internas do país pelos anos de 1790 ou 1791. Mostrou sempre grande denodo e coragem, tendo alcançado por isso o posto de capitão e a Cruz da Legião de Honra.
Terminada a guerra e obtida a demissão do serviço militar, regressou à pátria, entregando-se principalmente ao estudo e ao cultivo das suas predilecções literárias. Em 1816 publicou a sua primeira tragédia a que deu o título de Virgínia, dando à luz o seu último trabalho em 1820. Foi de uma notável fecundidade, pois que em tão curto período de tempo imprimiu dez tragédias, todas elas de relativa extensão. Intitulam-se elas, pela ordem da sua publicação, Virginia, Os Dois Irmãos Inimigos, D. João I, Arria, Destruição de Jerusalém, D. Sebastião em Africa, Conquista do Peru, Eudoxia Liciana, Morte de Socrates e Carácter dos Lusitanos. Depois de 1820, e após um período de tanta actividade literária, não consta que tivesse publicado outros escritos, não sabendo nós a que atribuir esta imprevista e absoluta interrupção nos seus trabalhos. Ignoramos se se teria dedicado a outros géneros de literatura, além da tragédia, constando apenas, segundo o testemunho do Inocêncio, que deixou algumas obras inéditas. Como é próprio da tragédia e imitando os trágicos gregos e franceses. Escreveu Pimenta de Aguiar todas as suas composições em verso, revelando-se um inspirado poeta, que à alteza dos conceitos juntava a beleza da forma.
Apesar de haver residido fora da Madeira a maior parte da sua vida, não eram desconhecidos para os patrícios de Pimenta de Aguiar os seus raros dotes de talento e ilustração e por isso o escolheram para seu representante nas cortes gerais que funcionaram de 1822 a 1823, sendo também eleito deputado por esta ilha para a sessão legislativa de 1826 a 1828. Da sua ação como parlamentar e representante deste arquipélago em cortes, apenas sabemos, pelo que dizem as Actas das sessões públicas na primeira sessão anual extraordinária da primeira legislatura da câmara dos senhores deputados que, na sessão de 1826 a 1828, foi assíduo às reuniões, fez parte de algumas comissões parlamentares e apresentou um projeto permitindo a livre exportação do vinho da Madeira.
O estabelecimento do governo absoluto obrigou-o a homiziar-se para escapar às perseguições dos emissários miguelistas, que não poderiam poupar quem fora partidário entusiasta da Constituição de 1820 e da Carta Constitucional de 1826.
Pimenta de Aguiar casou com D. Micaela Antónia de Sá Betencourt de quem teve sete filhos, sendo um Luiz Pimenta de Aguiar, que foi desterrado para Moçambique por liberal e lá morreu, e outra D. Isabel Betencourt de Aguiar, que casou com o morgado António João da Silva Betencourt Favila.
Pimenta de Aguiar viveu na casa da antiga rua da Carreira, onde hoje reside a respeitável família Vieira, e que fica um pouco abaixo da Travessa que tem o nome do distinto poeta e dramaturgo. Nessa casa, segundo informações que temos por fidedignas, escreveu ele algumas das suas tragédias.
Vitimado por um ataque apoplético, sucumbiu em Lisboa, na rua Direita da freguesia de S. Paulo, a 19 de Fevereiro de 1832, tendo sido sepultado na igreja paroquial da mesma freguesia. Morreu com 67 anos de idade incompletos.
O Dr. Ernesto Gonçalves publicou dois artigos no Arquivo Histórico da Madeira acerca de Manuel Caetano Pimenta de Aguiar, que trazem novas e interessantes informações para a biografia deste ilustre madeirense.
 

RUA DO QUEBRA COSTAS

 
 
A rua tem um nome curioso: Quebra-Costas. Inicialmente Rua Nova da Bela Vista e, depois, Rua da Bela Vista, foi aberta por volta de 1804, após o aluvião que destruiu grande parte da cidade do Funchal.
O nome de Quebra-Costas deve-se não propriamente ao potencial que representa para quebrar costas, sobretudo em dias de chuva, que tornam o empedrado mais escorregadio, mas antes à sua configuração, muito íngreme na parte final.
Dizem os estudiosos destas andanças que o empedrado em pequenos sucalcos na parte mais alta, tornam a Rua do Quebra-Costas uma autêntica atração para os muitos turistas do século XIX.
Lê-se ainda em levantamentos feitos que num quintal de uma das suas residências existe uma trincheira da 1ª guerra mundial. Isto porque a rua se encontra na linha de tiro dos submarinos alemães que, durante a luta internacional, bombardearam a cidade duas vezes, procurando atingir a fortaleza do Pico, assim como instalações britânicas de comunicações, perto das Cruzes.
Atualmente, a rua tem a igreja anglicana da Madeira, fundada em Março de 1822 e erguida com dinheiro de negociantes de vinho que aqui residiam. Além das muitas residências que existem, é lá que se encontra a Porta 33, onde residiu, na sua infância, o poeta Herberto Hélder.
Ligava à Rua das Cruzes, mas com a construção da Cota 40 e o parque de estacionamento que surgiu no topo, deixou de existir continuidade. Termina no parque, que, a partir dela, só é possível chegar a pé.
 
 
 
 
 

RUA MAJOR REIS GOMES

 
 
RUA MAJOR REIS GOMES
 

LARGO DE SÁO PAULO

 
 
 
LARGO DE SÃO PAULO
 
 



No primeiro livro, que diz respeito aos anos de 1538-1551, são encontradas referências a diversas ruas,

nomeadamente: Rua de João Gago, Rua das Pretas, Carreira, Carreira dos Cavalos ou Carreira

Velha dos Cavalos; no livro de 1551-1556 surge a Rua de João Tavira, Rua dos Ferreiros, Rua de São

Francisco e no de 1556-1595 a Rua dos Netos, Rua dos Aranhas, Rua dos Tanoeiros, Rua do

Esmeraldo ou Rua de João Esmeraldo, entre outras.



“[…] Percebe-se que a denominação das velhas vias públicas, antigamente, era do arbítrio popular que

se valia, a mor parte das vezes, dos nomes das pessoas mais notáveis que nelas residiam, e é de crer

também, que muitas ruas tiveram, ao mesmo tempo, mais de uma designação consoante a instabilidade

na fama ou fortuna social de mais de um dos seus respectivos moradores. […]”3

RUAS DA MINHA CIDADE, O FUNCHAL

 
Rua da Carreira
 
 
Estende-se atualmente desde o Largo do Colégio até à Ponte de S. João.
Em tempos idos, partes da rua tinha denominações diferentes como: rua da Igrejinha, dos Pintos, do Bartolomeu, da Piedade, de S. Paulo e de Manuel da Grã, para além da designação conhecida de Carreira Velha dos Cavalos. Este nome deve-se à existência de corridas de cavalos lá.
Trata-se de uma das mais antigas ruas da cidade do Funchal, local de residência de muitas personalidades ilustres, como o caso de João Gonçalves Zarco, o Tenente Coronel Artur Alberto Sarmento, historiador, geólogo e mineralogista, assim como  o Dr. Ângelo Augusto da Silva.
Fica situada nesta rua a Photographia – Museu “Vicentes”, antiga residência e atelier fotográfico de Vicente Gomes da Silva, transformada em museu, aberto ao público desde 1982. Para além deste edifício, podemos encontrar na Rua da Carreira a antiga capela de S. Paulo, a capela de Nossa Senhora da Conceição e o cemitério privativo da colónia britânica.
 
 
 
 




Ruas da minha cidade, o Funchal



terça-feira, 9 de julho de 2013

Senhora do Mar - Video Promocional Oficial - madeirense Vânia Fernandes


Luis Filipe / Brinquedo desfeito (madeirense)


OUTRO MADEIRENSE: Sérgio Borges -Quebrar a Distância -


MAX A ROSINHA DOS LIMÕES


HOMENAGEM AO MADEIRENSE: Max - Pomba Branca.


Casa de Retalhos: Flan de Morangos e Iogurte {Strawberry & Yogurt Fl...

Casa de Retalhos: Flan de Morangos e Iogurte {Strawberry & Yogurt Fl...:


QUERO EXPERIMENTAR ESTA RECEITA DO BLOG Casa de Retalhos

domingo, 7 de julho de 2013

Da horta da casa da minha mãe!

E para terminar nada melhor que as batatinhas e o feijão verde oferecidos pelo meu irmão (também cultivadas por ele)
 
 
 
 
 
Feijão verde, prontinho para ir para o frigorífico, para não se estragar...
 
 



Regresso a casa...

 
Vista do Lugar de Baixo (Ponta do Sol)...
 
 
 
 






Ao longe a Ribeira Brava...



Madalena do Mar (fontenário)

 
 
 
 
 
Acho uma beleza estes fontenários. No campo, ainda encontramos alguns como este, com água fresca,  potável....
Nós bebemos desta água---
 
 
 
 
 
 


Um passeio até à Madalena do Mar

Madalena do Mar...
Lugar simples, gente simples e muita tranquilidade....
 
 
 
 
 
Adoro lugares assim, onde impera a simplicidade---



Casinhas simples com o quintal (passeio) todo florido... muita simplicidade , torna-se muito bonito....



as flores à mão de todos (beira da estrada), mas tudo no seu lugar...

 
 
Tasquinha, para um café e um chá, sentados debaixo de uma árvore frondosa e cheia de "rebentos", muito fresquinho...


 
 
bairro simples e fresco









Um café e um  chá...






 
 
 

 
 
e o mar mesmo ao lado, logo após a estrada....